domingo, 31 de julho de 2011

O Rio cem por cento




Os times cariocas ganharam seus jogos nessa rodada, o Flamengo bateu o Grêmio por dois a zero, o segundo gol de Ronaldinho numa falha do goleiro gremista.
O Botafogo derrotou o Cruzeiro em Minas por um a zero, com um belo gol de Loco Abreu em sua volta ao time, uma vitória difícil sobre o time de Joel Santana.
O Vasco da Gama, também superou a equipe do São Paulo por dois a zero no Morumbí,
onde não conseguia uma vitória há mais de vinte anos.


Finalmente, o Fluminense aplicou uma goleada pelo placar de quatro a zero, se recuperando no campeonato.

sábado, 30 de julho de 2011

MANGA - a história do craque



























Biografia

Logo no início de carreira, ainda nos juvenis do Sport, Haílton já demonstrava que era um excepcional goleiro, ao conquistar o título pernambucano de juniores de 1954, sem sofrer nenhum gol. Esta façanha chamou a atenção do técnico Gentil Cardoso, que logo cuidou de promover o jovem e talentoso arqueiro para o profissional do clube.

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Início no Sport
Em 1955, aos 18 anos, Manga estreou na equipe principal do Sport, em um amistoso contra o Náutico, na Ilha do Retiro, substituindo o goleiro Carijó durante a partida. Foi pé-quente: o clássico terminou em vitória do Sport por 5x2. Somente em 1956, defenderia a trave rubro-negra pela segunda vez, novamente substituindo o goleiro Carijó, em uma partida amistosa contra o Fluminense de Feira na Ilha.
Foi durante a excursão do Sport à Europa e ao Oriente Médio em 1957 que Manga começou a se firmar como goleiro titular da equipe. Nos jogos em terras estrangeiras, revezou a titularidade com outros dois grandes goleiros: Carijó e Osvaldo Baliza. Após as boas apresentações na excursão, tornou-se titular absoluto, status que perduraria até sua saída do clube.
No ano seguinte, conquistou sua primeira e única competição como titular rubro-negro: o Campeonato Pernambucano. O time campeão de 1958 era comandado pelo argentino Dante Bianchi e tinha em sua formação, entre outros, o uruguaio Walter Morel e os artilheiros Traçaia e Pacoty.
Já em 1959, Manga se despediria da Ilha do Retiro. Em sua última partida pelo Sport, contra o Ferroviário pelo Pernambucano, até gol marcou. Depois, partiu para o Botafogo.

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Carreira no Botafogo
Destacou-se no Botafogo na década de 1960, onde jogou durante dez anos, tendo disputado a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, como titular. Costumava dizer que em jogos contra o Flamengo, gastava adiantadamente o valor da premiação pela vitória sobre o rival, tamanha a certeza que o atleta tinha de um placar favorável à sua equipe.
O pernambucano Manga foi o maior goleiro da história do Botafogo. Veloz ao repor a bola e ágil debaixo das traves, fez muitos milagres pelo Glorioso. Na equipe de General Severiano, Levantou quatro Campeonatos Cariocas e três Torneio Rio-São Paulo. Manga adorava mexer com o brio do Flamengo clube contra o qual mais gostava de fechar o gol. Antes dos clássicos, costumava dizer que "o leite das crianças já estava garantido". O goleiro estreou pelo clube em julho de 1959, aos 22 anos de idade. Por seu estilo arrojado, teve as mãos deformadas devido a tanto trabalho. 8 anos mais tarde foi negociado com o Nacional do Uruguai acusado de ter se vendido a Castor de Andrade patrono do Bangu. No total foram 442 jogos defendendo a camisa alvinegra, sofrendo 394 gols.

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Manga e a dupla Grenal
Destacou-se também no Sport Club Internacional em 1975 e 1976, sendo campeão brasileiro naqueles anos. Jogou no Nacional do Uruguai, sendo várias vezes campeão nacional e uma vez campeão da Taça Libertadores da América e uma vez Campeão Mundial de Clubes. Depois jogou no Operário-MS (1977), Coritiba (1978) e no Grêmio (1978 - 1979). No Equador, onde terminou a carreira, foi campeão nacional em 1981.
Além disso Manga era conhecido por agarrar muitos penaltis que decidiam títulos importantes
Os colorados não esquecem sua magnífica defesa formada por Manga, Cláudio, Figueroa, Hermínioe Vacaria. Os gremistas têm saudade da sólida retaguarda com Manga,Eurico, Ancheta, Vantuir e Dirceu. Pela primeira vez em muitos anos, puderam os tradicionais rivais do futebol gaúcho declinar a escalação de seu time dando o nome de um mesmo jogador.
É que havia um acordo tácito entre a dupla Grenal de que um clube não contrataria um jogador que tivesse jogado no rival. Este acordo foi quebrado, acusam os colorados, quando o Grêmio contratou Manga. O Grêmio se defende, alegando que a proibição era adquirir o passe de um jogador diretamente do Internacional. Como, na ocasião, Manga jogava pelo Coritiba, o acordo tácito não teria sido quebrado. O certo é que, a partir daí, vários jogadores passaram do Inter para o Grêmio e vice-versa. Um caso recente é o de Tinga, que depois de várias temporadas no Grêmio, passou a vestir a camisa colorada.

(fontes: wikipédia e netfotblog)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

FOTO MEMÓRIA

Equipe do Náutico em 1984.
Em pé: Lourival, Solito, Douglas, Luciano Veloso, Isidoro e Carlinhos.
Agachados: Dario, Paulinho, Brás, Evaristo e Jadir.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

ZITO - A história do craque




José Eli de Miranda, dito Zito, jogador brasileiro de futebol (Roseira, SP, 1932). Considerado um dos mais completos volantes do futebol brasileiro, conquistou pelo Santos dez Campeonatos Paulistas (1955, 1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967 e 1968), cinco Brasileiros (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), dois Sul-Americanos e dois Mundiais (1962 e 1963). Jogou também no Taubaté (SP). Formou um harmonioso meio-de-campo com Didi, conquistando, assim, as Copas do Mundo de 1958 e 1962. Atuou, ainda, na Copa de 1966. No total, jogou 45 partidas pela Seleção Brasileira, tendo marcado três gols.



Zito com Garrincha, Nilton Santos, Pelé, Zagalo, Pepe e Didi, no tempo em que o futebol era um esporte sério, empolgante e fantástico.

sábado, 9 de julho de 2011

FOTO MEMÓRIA

América Campeão da Taça Guanabara de 1974: Em pé:Orlando Lelé, Geraldo, Rogério, Alex, Ivo e Álvaro.
Agachados. Flecha, Bráulio, Luisinho, Edu e Gilson Nunes.


O América Futebol Clube, contando com Ari, Jorge, Djama Dias, Amaro, Wilson Santos e Ivan.
Calazans, Antoninho, Quarentinha, João Carlos e Nilo,

segunda-feira, 4 de julho de 2011

DIDI - A história do craque












Carreira

"O Principe Etíope" era seu apelido, dado por Nelson Rodrigues (ilustre dramaturgo e torcedor fanático do Fluminense Football Club). Com classe e categoria, foi um dos maiores médios volantes de todos os tempos, um dos líderes do Fluminense entre o final da década de 1940 a meados da década de 1950 e também do Botafogo de Futebol e Regatas, após isso, além de possuir o mérito de ter criado a "folha seca". Esta técnica consistia numa forma de se bater na bola numa cobrança de falta, com o lado externo do pé, hoje vulgarmente chamada "trivela". Ela tem esse nome pois esse estilo de cobrar falta que dava à bola um efeito inesperado, semelhante ao de uma folha caindo. O lance ficou famoso quando Didi marcou um gol de falta nesse estilo contra a Seleção do Peru, nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958.

Na Copa do Mundo de 1970 seria o técnico da Seleção do Peru (classificando o país para a sua primeira Copa desde a de 1930) na derrota para a Seleção Brasileira por 4 a 2.

No Fluminense, Didi jogou entre 1949 e 1956, clube pelo qual jogou mais tempo sem interrupções, tendo realizado 298 partidas e feito 91 gols, sendo um dos grandes responsáveis pela conquista do Campeonato Carioca de 1951 e da Copa Rio 1952, além de ter feito o primeiro gol da história do Maracanã pela Seleção Carioca em 1950, defendendo o seu clube do coração, e de ter liderado a Seleção Brasileira na conquista doCampeonato Pan-Americano de Futebol, disputado no Chile, na primeira conquista relevante da Seleção Brasileira no exterior, tendo jogado ao lado de Castilho, Waldo, Telê Santana, Orlando Pingo de Ouro, Altair e Pinheiro, entre outros.

Foi campeão mundial, já atuando pelo Botafogo de Futebol e Regatas, clube pelo qual também acabou se apaixonando [1]. No alvinegro, era o maestro de um grande elenco. Jogou ao lado de Garrincha, Nílton Santos, Zagallo, Quarentinha, Gérson, Manga e Amarildo. O Botafogo foi o clube pelo qual Didi mais disputou partidas: fez 313 jogos e marcando 114 gols. Foi campeão carioca pelo clube em 1957, 1961 e 1962 e também venceu o Torneio Rio-São Paulo de 1962, mesmo ano em que venceu o Pentagonal do México e, no ano de 1963, o Torneio de Paris.

Chegou a jogar no famoso time do Real Madrid, ao lado do craque argentino Di Stéfano e do húngaro Puskas, mas teria sofrido um boicote na equipe, segundo se comenta, que teria partido de Di Stéfano.

Didi já pensava em se retirar dos campos de futebol, não conseguindo êxito como nos clubes anteriores em conquista de títulos. A equipe paulista naquela época, não tinha grandes jogadores e estavam empenhados em terminarem a construção do seu principal patrimônio, o Estádio do Morumbi.

No começo de 1981, Didi chegou a ser o técnico do Botafogo, mas foi substituído do cargo durante o ano, tendo sido ele um dos técnicos do Fluminense, na fase que o time tricolor era conhecido como a Máquina Tricolor, pela qualidade excepcional de seus jogadores.

Nota: ele próprio informou que seu nome era Waldir Pereira (como está escrito, com W e I)

(fonte: Wikipédia)